Domingo, Dezembro 28, 2008

MINAS: Compra de gel para sexo é barrado por Deputado Federal

O Deputado Federal Miguel Martini - PHS-MG - contesta compra de R$ 15 milhões de lubrificantes pelo Ministério da saúde.
Esta semana novos tumultos gera discussão na Câmara dos deputados. Desta vez a crise está relacionada com a compra de R$ 15 milhões de lubrificantes para o Ministério da saúde.
Já conhecido como atitudes e posicionamentos conservadores o deputado federal Miguel Martini - PHS-MG - tenta impedir a compra de R$ 15 milhões de lubrificantes à base de água. Segundo ele, o ministro José Gomes, não sabe definir quais são as prioridades para a saúde e considerou esta solicitação de compra, como uma piada. A previsão de gastos para a compra de lubrificantes é de R$ 40 milhões que serão distribuídos gratuitamente para homossexuais.
O edital foi lançado no dia 17 de dezembro e o pregão foi realizado no dia 22 do mesmo mês. Entretanto, antes da licitação o deputado Martini entrou com uma representação contra o Ministério da Saúde na tentativa de barrar a compra. Mesmo com a lentidão da justiça o parlamentar acredita que o Ministério Público poderá cancelar o edital, já que considera outros setores da saúde com mais prioridades para a utilização desta quantia.
O deputado Federal Miguel Martini já é conhecido por várias contestações e reviravoltas em se tratando de liberação de verbas para a saúde. Anteriormente ele entrou com representações junto ao ministério contra a liberação da cartilha ilustrada orientando sobre o uso de drogas e as relações sexuais. Ele acredita que a funcionalidade da cartilha seria exclusivamente para o incentivo ao uso de drogas, cocaínas e passos de como adquirí-las.
O Ministério da Saúde afirmou que a distribuição do gel lubrificante faz parte do Programa de prevenção das doenças sexualmente transmissíveis. A utilização do gel seria para evitar o rompimento dos preservativos durante a relações anais e vaginais.

SAÚDE: Cirurgia do coração para tratamento do infarto ainda provoca dor no peito

Equipe da Universidade do Colorado analisaram pacientes e afirmaram que as dores no peito são relacionadas ao fumo e a depressão
De acordo com informações de um estudo americano, 20 % de pacientes em recuperação de ataques cardíacos continua a ter dores no peito um ano após a cirurgia. Segundo especialistas da Universidade do Colorado as dores no peito após o infarto estão ligadas ao fumo e a depressão.
Um estudo publicado na revista Archives Of Internal Medicine, revela que muitos pacientes sofrem de Angina todos os dias mesmo com as cirurgias de colocação do marca-passos.
Como a Angina é um sintoma comum de doenças cardíacas, os médicos afirmaram que os pacientes poderão sentí-las mesmo após o infarto.
Os estudos de especialistas realizado com a colaboração de pesquisadores de Denver Colorado University e do Veteran's Affairs Medical Center, era descobrir todos os passos do problema.
Os pacientes que responderam as pesquisas um ano após a cirurgia, 19,9% ainda tinham dores no peito, 1,2% deste sentiam dores todos os dias. O estudo revelou ainda que o grupo mais vulnerável a Angina é formado por homens jovens com marca-passos, fumantes ou com sintomas de depressão.
Com estes estudos os pesquisadores concluíram que os resultados podem ajudar especialistas a monitorar os pacientes em risco orientando-os de que o fumo é prejudicial a saúde e que abandonando este vício sua qualidade de vida será bem mais produtivas.